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Apresentação

O ALTISTART 48 é um conversor estático microprocessado que controla as três fases do motor assíncrono de indução através de dois tiristores por fase. A tecnologia incorporada ao produto permite alta performance na partida e parada dos motores, sendo patenteada pela Schneider Electric como Comando em Conjugado (TCS). O ALTISTART 48 incorpora inúmeras funções de um relé inteligente de proteção do motor, da máquina e do processo acionados, além de múltiplas possibilidades de diálogo com o operador e os sistemas de automação, através da IHM e protocolo Modbus integrados, entre outros recursos. Filtros CEM (para compatibilidade eletromagnética) estão incorporados, evitando a poluição da rede elétrica pelos ruídos de alta freqüência indesejados. A seleção do conversor se faz de maneira simples pelo regime de operação (serviço standard ou severo), conforme o tipo de máquina.

Características Técnicas

  • Tecnologia empregada:
  • Comando em conjugado (TCS – Torque Control System).

 

  • Freqüência de alimentação:
  • 50/60Hz +/-5% (ajuste automático), ou;
  • 50 ou 60Hz +/-20% (ajuste manual, para uso com grupo gerador).

 

  • Tensão de alimentação de potência:
  • ATS48xxxQ : 230V-15% a 415V+10% trifásico;
  • ATS48xxxY : 208V-15% a 690V+10% trifásico.

 

  • Tensão de alimentação de controle:
  • ATS48xxxQ : 220V-15% a 415V+10%, 50/60Hz;
  • ATS48xxxY : 110V-15% a 230V+10%, 50/60Hz.

 

  • Conexão dos cabos de potência e controle:
  • Conexão de potência transversal (entrada por cima e saída por baixo do conversor);
  • Terminais para conexão de contator de bypass;
  • Conectores de controle extraíveis e com indicação da função de cada borne.

 

  • Algumas alternativas de circuito elétrico de potência:
  • Com contator de bypass, mantendo o controle e proteção do motor pelo conversor;
  • Partida e parada de vários motores com um único conversor (partidas em cascata);
  • Conexão em série com cada enrolamento do motor ligado em triângulo, na gama ATS48xxxQ, com ganho no dimensionamento do conversor (Iconv=0,58xImotor);
  • Conexão com motores de dupla velocidade.

 

  • Entradas e saídas para comando, controle e supervisão:
  • 4 entradas lógicas : RUN, STOP e 2 configuráveis;
  • 2 saídas lógicas a transístor configuráveis;
  • 3 saídas a relés : uma para fim de partida e 2 configuráveis;
  • 1 saída analógica 0/4-20mA configurável;
  • 1 entrada para ligação às sondas PTC do motor;
  • 1 conector tipo RJ45, para ligação serial RS485;
  • Fonte interna +24V, capacidade máxima de 200mA.

 

  • Diálogo com o operador e sistemas de automação:
  • Display e teclado integrados para configuração, regulagens e monitoração;
  • Software PowerSuite para PC ou Pocket PC, em opção;
  • Comunicação serial com PLCs através do Protocolo Modbus RTU integrado;
  • Interfaces (‘gateways’) de comunicação com os protocolos existentes no mercado, como Ethernet, Fipio, Profibus DP e Device Net, entre outros, em opção;
  • Terminal remoto com cabo de 3 metros, para porta de armário, em opção.

 

  • Configuração da partida do motor:
  • Rampa de aceleração linear com controle do conjugado, de 1 a 60 segundos;
  • Limitação de corrente, de 1,5 a 7xIn do motor, limitada a 5xIcl (In do conversor);
  • Pulso (Boost) de tensão na partida durante 100ms, de 0,5 a 1xUn do motor;
  • Conjugado inicial e conjugado final;
  • Função de teste com motor muito menor que o calibre do conversor.

 

  • Configuração da parada do motor:
  • Parada por inércia;
  • Parada desacelerada com controle de conjugado (em bombas, evita o golpe de aríete);
  • Parada por frenagem dinâmica (adequada para máquinas de alta inércia).

 

  • Monitoração no visor alfanumérico de:
  • Corrente do motor (A);
  • Potência ativa (kW);
  • Estado térmico do motor (%);
  • Conjugado do motor (%Cn);
  • Cos φ;
  • Tempo de operação do motor (h ou kh);
  • Última falha registrada;
  • Faseamento da rede (123 ou 321);
  • Estágio de operação do conversor (pronto para partir, em aceleração, em limitação de corrente, em regime, em desaceleração, indicação do tipo de falha, etc.).

 

  • Proteções do conversor:
  • Proteção térmica por sonda PTC no dissipador do conversor;
  • Proteção por cálculo do aumento de temperatura dos tiristores;
  • Falha na alimentação de potência e de controle (perda de tensão por mais de 200ms);

 

  • Proteções e adequações à operação do motor:
  • Proteção térmica por cálculo do aumento de temperatura;
  • Ajuste da corrente nominal do motor de 0,4xIcl a 1,3xIcl (In do conversor);
  • Ajuste da classe de proteção segundo norma IEC, classes 2, 10a, 10, 15, 20, 25 e 30;
  • Falha ou alarme na supervisão das sondas PTC no motor;
  • Falha de sobrecorrente;
  • Falha de Rotor bloqueado;
  • Falha de perda de fase da rede ou do motor;
  • Função de aquecimento do motor, acionado por entrada lógica, nas paradas do motor;
  • Memorização do estado térmico mesmo com interrupção da alimentação do conversor;
  • Limitação do tempo entre partidas consecutivas regulável;
  • Falha de freqüência da rede fora da tolerância;
  • Configuração de segundo conjunto de parâmetros do motor acionado por entrada lógica.

 

  • Proteções da carga e configurações de operação da máquina ou processo:
  • Falha ou alarme de subcarga, ou perda da carga (em bombas, evita a cavitação);
  • Falha ou alarme de sobrecarga em regime estável;
  • Falha externa, acionada pela máquina ou processo, acionada por entrada lógica;
  • Passagem para comando local, acionado por entrada lógica (retira o comando do PLC);
  • Falha de tempo de partida excessivo, regulável de 10 a 999 segundos;
  • Bloqueio de partida na inversão de fases na alimentação do conversor;
  • Operação forçada em caso de emergência, desabilitando todas as proteções;
  • Rearme automático após falha com nova partida;
  • Bloqueio de alteração dos parâmetros do conversor por código;
  • Configuração e supervisão da comunicação serial.